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"Os ativos imobiliários são uma moeda de refúgio"

"Os ativos imobiliários são uma moeda de refúgio"

Em entrevista à CNN Portugal, Ricardo Costa, CEO da LUXIMOS Christie's, antecipou as tendências do mercado imobiliário de luxo em Portugal em 2022.

 

Quando tudo falha, comprar casa continua a ser um dos poucos investimentos seguros e rentáveis. Quando tudo ameaça mudar, também. Em 2022 vai continuar a ser assim. Foi esta a garantia que Ricardo Costa, CEO da LUXIMOS Christies International Real Estateagência imobiliária de referência no segmento de luxo, no Porto, no Norte de Portugal e no Algarve, deu esta semana, em entrevista à CNN Portugal. E explicou porquê: "Os ativos imobiliários são uma moeda de refúgio", ou seja, representam um investimento com mais potencial de valorização do que ativos financeiros com risco equivalente. E são, também, o único investimento que resiste à moda e às crises. 

Alheio às oscilações provocadas pela pandemia de covid 19 em todo o mundo, a procura pelo mercado premium nacional continuou a crescer no último ano, e nada aponta para um abrandamento. É já encarado como certo que as taxas de juro vão subir, mas para o empresário e economista, que fez quase toda a sua carreira profissional no mercado internacional, há um equívoco que convém desfazer: o valor dos apartamentos e das moradias em Portugal não está sobrevalorizado (aumentou cerca de 7% em 2021, quando na Austrália, por exemplo, subiu 22%), está apenas a aproximar-se do seu valor real. Daí, também, a justificação para que o país, e sobretudo imóveis localizados em Vilamoura, no sul, e a Foz do Douro, no Norte, continuem a despertar um interesse contínuo dos investidores estrangeiros. 

Leia aqui a entrevista e perceba a dinâmica do preço das casas em Portugal, bem como o contexto que vai influenciar o ano de 2022.

 

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Como vai ser o ano de 2022 no mercado imobiliário de luxo?

Vai ser um ano, inevitavelmente, pautado pela subida das taxas de juro. Isso deverá condicionar não só o mercado de luxo, como qualquer outro tipo de mercado imobiliário, não só em Portugal mas também na Europa e arriscaria a dizer mesmo no mundo. As tensões inflacionistas que se têm vindo a sentir, e que alguns interpretam como transitórias, vão inevitavelmente influenciar o comportamento do mercado imobiliário.

CNN mercado imobiliário luxo Dr Ricardo

 

 

Costuma dizer-se que o negócio luxo, em qualquer área, nunca é afetado pelas crises. No caso do imobiliário de luxo, o mercado foi afetado ou, pelo contrário, cresceu com esta crise pandémica?

Durante o período de pandemia, e até mesmo antes, o mercado de qualidade teve um comportamento de crescimento. Não pode dizer-se, portanto, que o setor premium foi afetado, como foram infelizmente outros setores da nossa sociedade. Isso deve-se ao facto de os ativos imobiliários serem uma moeda de refúgio. Deve-se também à procura externa, que em Portugal foi muito importante para consolidar este movimento.

 É opinião geral que o mercado imobiliário em Portugal está sobrevalorizado. No mercado de luxo acontece o mesmo?

Não concordo que o mercado imobiliário esteja sobrevalorizado. Em Portugal, o que podemos dizer é que, em 2021, o preço dos imóveis aumentou 6,8%, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Isto representa um aumento superior ao crescimento da economia. No entanto, se compararmos com outros ativos, mesmo com alguns índices bolsistas, o valor das casas esteve muito aquém. Se compararmos até com outros ativos que neste momento são interpretados como novidade, e que registam atratividade sobretudo nas camadas mais jovens, como a criptomoeda, que disparou na sua rentabilidade, podemos dizer que ficou igualmente aquém. Agora, é evidente que os ativos imobiliários são sempre o "grande ativo". Têm um peso tremendo nas bolsas dos portugueses, mas também dos americanos e dos europeus em geral. 

 

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O que distingue Portugal?

Nos últimos anos, Portugal passou a ter um posicionamento no mundo e sobretudo uma imagem de atratividade que corresponde, entre outras virtudes, à segurança do país. Neste momento, as pessoas sabem onde fica Portugal, reconhecem as qualidade do país, que são muitas e que constituem ativos estratégicos. Não se trata de qualidades conquistadas nos últimos tempos, Portugal já as tinha, elas passaram simplesmente a ser conhecidas. O mercado não registou uma tendência especulativa. Diria que o preço do ativo imobiliário começa a aproximar-se do seu valor real. 

 

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Veja aqui a entrevista na CNN Portugal   

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