Luximos Christie's International Real Estate

O investimento no mercado imobiliário em tempos de Covid-19

O investimento no mercado imobiliário em tempos de Covid-19

Ricardo Costa explica por que razão as casas à venda no Porto e no Algarve continuam a conquistar investidores estrangeiros, apesar dos tempos adversos.

 

 

O mercado imobiliário português resiste à crise inesperadamente provocada pela pandemia da covid-19 continua a crescer, sobretudo por causa do inabalável interesse dos estrangeiros no nosso país. Os investidores continuam de olhos postos nos imóveis de regiões tão atrativas como o Porto, o Norte de Portugal e o Algarve. Isso mesmo testemunha Ricardo Costa, CEO da LUXIMOS Christie's International Real Estate.

 

"Efetivamente, Portugal continua a ter imóveis muito desejados pelos investidores", confirmou o responsável, reconhecendo que a sua empresa tem vindo a verificar um aumento da quota de mercado, mesmo em tempos adversos. Brasileiros, americanos e asiáticos encontram-se entre as nacionalidades que mais procuram Portugal para viver ou investir. Recentemente, o Banco de Portugal também confirmou esta tendência: em maio, dois meses depois de globalmente ter sido diagnosticada a pandemia da covid-19, o mercado mostrava uma revitalização que poucos esperavam, revela o boletim económico da instituição. No mesmo mês, a venda das casas em Portugal aumentou 23% e o preço da habitação subiu 0,9% em relação ao mês anterior. Recorde-se, a propósito, que no ano passado, os investidores internacionais foram responsáveis por 78% do montante aplicado em imóveis.

 

 

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As razões são amplamente conhecidas, torna Ricardo Costa, que exerce a sua atividade na mediação de imóveis de luxo há quase duas décadas. "Portugal lidera todos os rankings mundiais importantes, tendo ultrapassado os destinos que antes figuravam no guia dos mais procurados para investir, viver e descansar, como o sul de França e o sul de Itália, na Europa; e Miami, na Flórida americana."
 

 

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Investimento na tecnologia reduziu o impacto negativo
 

No entanto, as limitações físicas, nomeadamente a impossibilidade temporária de viajar entre países, impostas pela necessidade de conter a contaminação do novo coronavírus, poderia ter levado a uma estagnação ou contração do número de visitas a imóveis, da celebração de contratos ou escrituras. No caso concreto dos escritórios do Porto e do Algarve da LUXIMOS Christie's isso não aconteceu por força do investimento que a empresa fez, há vários anos, na área digital e tecnológica. “O acompanhamento de clientes à distância também não é novidade para a LUXIMOS Christie´s, dado o nosso volume de clientes internacionais que se deslocam a Portugal, muitas vezes, no momento da escritura e só nessa altura conhecem fisicamente o imóvel”, explica o empresário.
 

"Fizemos uma aposta muito clara no digital, o que faz com que as nossas equipas estejam perfeitamente aptas e treinadas nesse domínio", enaltece Ricardo Costa. Essa antecipação tornou relativamente simples a adaptação ao agora designado novo normal. "Reorganizámo-nos muito rapidamente no sentido de facultar ao nosso público interno - consultores, equipas de marketing, processos e administrativas -, as ferramentas necessárias para reforçar o trabalho à distância. Esta circunstância atenuou qualquer putativo impacto negativo." O principal beneficiário é, como se supõe, o cliente. "Por um lado, realizámos visitas à distância, através de plataformas de videoconferência. Por outro, os contratos e escrituras decorreram de forma presencial, seguindo as recomendações da Direção Geral de Saúde (DHS) para a contenção da propagação do vírus."


 

A mudança do perfil de casa procurada pelos investidores
 

Se do ponto de vista burocrático Ricardo Costa não sentiu grandes alterações, uma vez que as mitigou por antecipação, já no tipo de procura realizada pelos investidores, não só internacionais mas também nacionais, sentiu uma grande evolução. "Em Portugal, os compradores de imóveis estão a optar por casas maiores, com mais área verde, mais recintos ao ar livre, como varandas ou terraços, e mais equipamentos, como piscinas e ginásios - ou espaço para os instalar."

 

 

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A mudança não é surpreeendente, revelando sobretudo uma exigência que veio para ficar, e que o CEO da LUXIMOS Christie's resume numa frase lapidar: "A nossa casa deve ser cada vez mais o nosso abrigo, sem que isso implique diminuir a qualidade da vida quotidiana." Seja pela recurso crescente ao teletrabalho, seja por uma necessidade imperiosa de proteção sanitária, é muito evidente que toda a gente em todo o mundo vai passar mais tempo em casa. E isso jamais poderá confundir-se com um cerceamento de liberdade ou com qualquer sensação de privação. Daí a necessidade de casas mais amplas, mais verdes, com melhores vistas e com mais proximidade do mar e dos passeios marítimos.

 

Ricardo Costa dá dois exemplos distintos de comportamentos sociais em duas regiões diferentes de Portugal: "No Porto, cuja zona mais disputada para viver e para investir continua a ser a ocidental, por estar voltada para o Oceano Atlântico e para o rio Douro, é visível a maior procura por casas de maior dimensão, mais elegantes, com jardins mais amplos e muitas vezes com piscinas, para assegurar a qualidade de vida e a privacidade das famílias." No entanto, diz, esse perfil há muito que define o padrão do Algarve. "A região tem uma oferta muito vasta de propriedades premium, ao longo dos cerca de 150 Km de costa. O terraço, o pátio, a varanda ou o jardim há muito que fazem parte das prioridades de quem investe na região mais a sul do país."

 

Resta saber se a pandemia poderá afetar os preços dos imóveis. "É possível que o surto de Covid-19 traga uma suavização de preços em algumas localizações e sobretudo no segmento residencial médio, já que o mercado de luxo continua sólido sendo, tradicionalmente, uma gama com uma certa imunidade a crises. No entanto, esses efeitos vão depender da intensidade com que a pandemia nos afetar nos próximos meses", conclui.

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