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Loulé, Silves e Albufeira promovem geoparque mundial da UNESCO

Loulé, Silves e Albufeira promovem geoparque mundial da UNESCO

Conheça a história, a cultura, a gastronomia, o artesanato e a comunidade que envolvem o valioso património geológico do geoparque Algarvensis, no Algarve.

Esta é uma história que aconteceu há mais de 350 milhões de anos, no Algarve, no Sul de Portugal, e que os municípios de Loulé, Silves e Albufeira, juntamente com a Universidade do Algarve, estão agora a dar a conhecer aos amantes do turismo da natureza e aos apaixonados pelo património português. Esse desejo de partilha dita, aliás, a candidatura que está a ser preparada, para que a UNESCO possa classificar o Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira. Quem disse que o Algarve é só casas com vista mar, sol e praia?

Este geoparque, pleno de relíquias naturais, será o único a sul do rio Tejo e ocupa uma área de 1.381km2. Ou seja, estende-se por cerca de um terço do território algarvio. É aí que reside um património geológico anterior ao aparecimento dos dinossauros. Está visível e é visitável. E é tão original e tão valioso que permite contar vários capítulos da história do planeta Terra, desde o nascimento de cadeias montanhosas e mares antigos, até à própria formação dos continentes. De forma mais prosaica, também serve de guia para a descoberta da cultura, da natureza, da gastronomia e da população algarvia.

Subir à Rocha da Pena, descobrir os mistérios da Mina de Sal-Gema na cidade de Loulé, observar a formação do “Grés de Silves” que percorre o Vale Fuzeiros, fazer uma caminhada até à Fonte Benémola ou visitar o Planalto do Escarpão são apenas algumas das atividades que podem experimentar-se ao longo deste território. Mas deste relevante património geológico faz também parte o geossítios da Discordância Angular no Pirinéu, da Penina, onde se encontra a Jazida do Metoposaurus algarvensis, explicou recentemente Cristina Veiga-Pires, diretora científica do Geoparque.

Para esta responsável, a candidatura do Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira a Geoparque Mundial da UNESCO não tem qualquer mistério. “A candidatura surgiu na sequência do importante património paleontológico, que nos últimos anos tem vindo a ser revelado na formação do grés de Silves. Tudo começou com a descoberta do Metoposaurus algarvensis (227 milhões de anos), espécie singular de salamandra gigante com mais de dois metros de comprimento, que dá nome a este geoparque. Até ao momento, só foi descrito nesta região do mundo.”

 

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Este projeto foi pensado para várias gerações, com o objetivo de dar continuidade aos costumes e às tradições, mas também para desenvolver o turismo no interior e para fixar pessoas. Esta região do Algarve possui ainda muitos terrenos para construção, onde é possível fazer belíssimos investimentos.

Agora, os três municípios responsáveis pela candidatura à UNESCO estão a organizar um conjunto de eventos culturais, nos quais as artes se encontram com o território, surpreendendo os visitantes com espetáculos em locais inusitados. Os eventos chamam-se GeoPalcos Arte.Ciência.Natureza. Pode ser um concerto ao cair da noite numa pedreira, uma ponte medieval revestida de tapeçaria, espetáculos no castelo ou uma instalação artística numa mina de sal com 230 milhões de anos. A entrada é sempre livre e a programação decorre até setembro. A ideia é levar o público a conhecer os mais emblemáticos geossítios, ligando a arte, a ciência e a natureza. Por isso mesmo, artistas e cientistas foram desafiados a pensar o território como lugar de criação, de pensamento, de inquietação e de deslumbramento. A população também participou neste monumento vivo.

 

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Programação até setembro

Os espetáculos programados assentam no cruzamento de artes visuais, performativas e música, bem como nos diálogos entre tradição e criatividade e inovação, potenciando a descoberta da gastronomia, do território e da comunidade local. Performances in loco, instalações interativas, percursos-experiências, exposições, cruzamentos disciplinares com artes manuais, criações teatrais, concertos, oficinas e formações contam-se entre as inúmeras atrações.

Do programa destaca-se “O osso do mar”, uma instalação artística, visual e sonora localizada na Mina de Sal-Gema e assinada por Miguel Cheta, Christine Henry e João Caiano (23 de junho) e o espetáculo “Fado & Blues. O Casamento na Pedreira”, de Vítor Bacalhau e Ricardo Martins, um projeto de fusão de música identitária de dois países de lados diferentes do Oceano Atlântico, que vai acontecer em Silves (26 de junho).

Em julho é a vez de ser inaugurada a instalação Outdoor “Algarvensis” / Tapeçaria”, de autoria da artista plástica Vanessa Barragão, que vai acontecer na Ponte Medieval de Paderne. Pode consultar a programação integral aqui:  www.geoparquealgarvensis.pt.

 

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