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Amadeo de Souza-Cardoso: Segredo mais bem guardado da arte moderna morreu há 100 anos

Amadeo de Souza-Cardoso: Segredo mais bem guardado da arte moderna morreu há 100 anos

Amadeo de Souza Cardoso é o segredo mais bem guardado da arte moderna. Foi, em simultâneo, impressionista, cubista, expressionista e futurista. O artista português nasce em Amarante, a 14 de novembro de em 1887. Fixa-se em Paris, cidade de que faz segunda casa, e onde priva com artistas como o pintor italiano Modigliani, o escultor romeno Brancusi, o muralista mexicano Diego Rivera e os pintores franceses Sonia e Robert Delaunay. Expõe a sua obra ao lado dos maiores do seu tempo, como Braque, Picasso, Duchamp, Matisse, Kandinsky ou Léger.

Expõe em Lisboa e Porto em 1916 -  as duas exposições foram consideradas um escândalo - numa mostra individual que Almada Negreiros considerou tão ou mais importante, para a História, do que a descoberta do caminho marítimo para a Índia, por Vasco da Gama. Participa igualmente em mostras coletivas em Paris, Berlim, Nova Iorque, Chicago, Boston e Londres.

Amadeo regressa a Portugal no início da Primeira Guerra Mundial, depois de uma visita a Barcelona que lhe permite conhecer Gaudi. Volta como um pintor reconhecido nos meios da vanguarda. Morre a 25 de outubro de 1918, em Espinho, vítima da pandemia de gripe, com apenas 31 anos.

As cidades onde nasceu e morreu o artista que Almada Negreiros dizia ser um génio estão a assinalar os cem anos sobre o seu nascimento. Em Amarante, está ser preparada a ampliação do Museu Amadeo de Souza-Cardoso, valorizando a dimensão do pintor como um símbolo do panorama artístico nacional. Paralelamente, e durante um ano, haverá um ciclo de atividades que evocará o centenário da morte de Amadeo e que terminará com a realização da 12.ª edição do Prémio Amadeo de Souza-Cardoso, de periodicidade bienal.

Em Espinho, também se desdobram as homenagens àquele que foi um dos mais fulgurantes artistas do século XX. Álvaro Siza Vieira, Manuel Cargaleiro, Joana Vasconcelos, Júlio Resende e Nadir Afonso são alguns dos 100 criadores desafiados a conceber obras inspiradas em Amadeo de Souza-Cardoso. As obras integram a mostra "Amadeo", resultante de um convite que a autarquia local dirigiu aos artistas para que homenageassem com uma obra própria a memória do pintor modernista. A exposição "Amadeo" pode ser visitada até 15 de dezembro e tem entrada livre.

A coleção de arte moderna do Museu Calouste Gulbenkian, em Lisboa, é onde se encontra atualmente a esmagadora maioria das obras do artista, bem como fotografias, cartas e outros papéis, vendidos e doados pela família a partir de meados de 60. São 62 pinturas, 138 desenhos e 38 objetos. Fora do pais, o Pompidou possui uma pintura, o The Art Institute of Chicago tem três e no Museu do Michigan existe também uma pintura.

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